Informantes “bipartidários” de Washington revelam seu plano para o caos se Trump vencer a eleição

Um grupo de republicanos neoconservadores “bipartidários” e democratas do establishment têm “simulado” vários cenários catastróficos para as eleições de 2020, incluindo uma simulação em que uma vitória clara de Trump provocaria medidas “sem precedentes” que a campanha de Biden poderia tomar para frustrar uma possível reeleição.

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O artista e seu comitente ou a arte e a falta de grana no Brasil

Na foto: Protesto contra a extinção da Embrafilme no centro do Rio de Janeiro

O governo Collor extingue, pela Lei 8.029/90, 22 órgãos da administração federal, entre autarquias, fundações, empresas públicas e sociedades de economia mista. A decisão resulta na demissão de centenas de funcionários e na desarticulação de diversos segmentos da ação governamental. Na ocasião, o próprio Ministério da Cultura foi extinto. (fonte: Memorial da Democracia)

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Ameaça de golpe militar nos EUA e novos planos de guerra contra Rússia e China

Do serviço de informações da Executive Intelligence Review

O ex-senador do estado da Virgínia, coronel aposentado Richard Black, fez uma advertência explícita em apresentações pela Internet em 5 e 12 de setembro, de que oficiais militares dos EUA estão considerando um golpe militar contra o presidente Donald Trump porque ele opõe-se às guerras americanas e tem pressionado para a retirada das tropas no estrangeiro. O coronel Black foi apoiado em webcasts do movimento LaRouche pelos ex-especialistas da NSA, Bill Binney e Kirk Wiebe, que se opunham ao encobrimento dos eventos em torno dos ataques de 11 de setembro.

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A posição de Trump diante do complexo industrial-militar

O atual debate de teor acadêmico transplantado para as redes sociais, um suposto embate entre stalinismo e liberalismo, só pode ser considerado um debate político de segundo ou terceiro grau, porque ajuda mais para confundir do que para entender o casamento singular nos dias de hoje entre o modelo da soberania e o da biopolítica. Tanto Stálin quanto Vargas, Mussolini, Hitler e Perón (entre outros) são exemplos de poder soberano de tipo autocrático, e que não sem um delicado debate podem se tornar ou não comparáveis.

O lado positivo do desentendimento que vemos foi o escancarar dos crimes dos liberais, tanto em sua vertente clássica quanto na que se estabeleceu no pós-guerra. Contudo, o debate de teor acadêmico acaba caindo no ridículo: Domenico Losurdo e Hannah Arendt aparecem como polos opostos, quase como se fossem rivais intelectuais, enquanto Churchill e Stálin se engalfinham para ver quem foi melhor ou “menos pior”.

O pequeno texto que segue é um breve estudo de caso, cujo intuito é mais esclarecer o debate político atual e mostrar, a partir de articulações já bem estabelecidas, as ambiguidades, limitações e perigos do singular casamento no séc. XXI entre soberania e biopoder.

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A ditadura nos é imposta pela repetição

Carol Proner, que além de bonita e jurista tem o telefone do Chico Buarque, escreveu um texto curto e certeiro onde liga Witzel, Genuíno e Nassif. Todos os revezes jurídicos que eles sofreram foram por ações fora do direito. Ela alude também ao golpe contra Dilma que, obviamente, por ser um golpe, estava fora do direito. A prisão de Lula é colocada no mesmo balaio porque não teria como não estar.

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A democracia distópica da intelectualidade bem-pensante

Em meio ao caos da guerra civil vivida nos EUA, chama a atenção como comentaristas brasileiros tratam com complacência (para dizer o mínimo) os bons tempos da presidência do Partido Democrata. Em 2016, último ano de governo de Obama, os EUA jogou 26171 bombas sobre suas vítimas, em maioria pessoas alheias aos seus combates. É um aumento de dez vezes o que seu predecessor, George W. Bush, fez durante sua guerra ao terror. Ainda em 2016, também sob Obama foram feitas guerras encobertas a cerca de 70% das nações do mundo, isto é, 138 países – um salto assombroso de 130% em relação ao seu predecessor do Partido Republicano.

Não só analistas brasileiros, mas astros estadunidenses como LeBron James ou Brad Pitt fazem a campanha dos meios de comunicação tradicionais, os mesmos que inventaram as bombas nucleares no Iraque e que levou ao ciclo de destruição do Oriente Médio, ainda em curso. O que se espera, pelo menos dessa chamada “intelectualidade bem pensante” é que se consiga pesar algumas diferenças significativas entre a atual presidência e a anterior. Não é por acaso que republicanos como Bush e ultrabelicistas como Hillary Clinton se alinhem em favor da candidatura de Joe Biden. Isso é só vira-latismo por parte dos brasileiros ou remete a uma incompreensão ainda mais profunda das grandes transformações que o mundo vem passando atualmente?

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Novilíngua em Belarus

As discussões a respeito das chamadas “fake news” dizem respeito bem mais aos meios pelas quais elas são reproduzidas do que por seu conteúdo. Caso algum giro antropológico fosse de fato detectado, ou seja, algo que tivesse alterado em ampla escala a capacidade de se proliferar notícias falsas, o caso de estudo número 1 deveria ser a campanha dos grandes jornais corroborando a suposta existência de armas nucleares no Iraque, logo no início do século.

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A guerra da CIA contra a NSA e os golpes na América do Sul

Um povo degradado e sua elite mentirosa

Os americanos são tão mentirosos que conseguiram, como que por uma metáfora, transformar o grande corpo objetivável da Terra em camada de ozônio. Tudo isso parecia ter entrado num breve ocaso ou passado a operar de forma menos intensa na virada do século: ascensão da China e recuperação da Rússia (rearticulação do eixo eurasiático), e a recuperação do sonho de desenvolvimento dos países do antigo 3º mundo, com seu centro de poder a partir da América do Sul (integração sul-americana + eurásia = BRICS).

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O Fim do Russiagate nos EUA? É Hora de Ação

Na imagem: Russiangate como instrumento da geopolítica e arma do partido da guerra transatlântico.

Todos os nacionalistas brasileiros precisam assistir recente entrevista de William Binney a respeito do Russiangate, para a Executive Intelligence Review (EIR), [aqui]. Como publicado com exclusividade pela EIR em 16 de dezembro de 2017 [aqui], o aparato do Departamento de Justiça dos EUA (DoJ) por detrás do Russiangate, que expôs Binney e outros, é a mesma divisão do Departamento do DoJ que controlou, e continua controlando, a força-tarefa da Lava-Jato na destruição do sistema econômico e político brasileiro em favor dos especuladores financeiros internacionais.

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O dia em que Pepe Escobar descobriu o Brasil

Acredito que possa ser feita uma distinção entre progresso e desenvolvimento. A primeira palavra muitas vezes ilustra um estado de coisas relativas a uma história de tipo monumental, ou seja, de grandes feitos, mas cujos efeitos sociais são nulos ou negativos. O próprio ideal de progresso, da época das Luzes até o amplo processo de industrialização e urbanização a partir do século XIX, parece ter virada um monumento da história.

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