Tempo para Vladimir Vernadsky

Frente às discussões de se esfriar a economia global com o objetivo de enfrentar o aquecimento do clima, o cientista ucraniano Vladimir Vernadsky, continuador de Mendeleiev, nos fornece um panorama amplo de dilemas que a humanidade enfrenta pelo menos desde o final da II Guerra. Antes de ser um problema “científico”, como se diz, o incremento das capacidades produtivas e dos poderes criativos do ser humano trazem dilemas éticos e políticos que se deve estar à altura para se enfrentar. Não será pela solução fácil encontrada nas fontes perenes e intermitentes de energia, como a solar e eólica, que se irá enfrentar uma mudança geológica e noética do tempo do homem na Terra.

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Olavo e os dois fatores que dois conheço

Por que o monopólio das “teorias da conspiração” viraram monopólio bolsolavismo e não tem mais a irreverência e a agudez da época de um Glauber Rocha? O que antes era apanágio da esquerda dita radical, se tornou o “lugar de fala” de setores reacionários. A incapacidade de quem se chama progressista, hoje, de denunciar os movimentos de capitais transnacionais adquire feições mais do que preocupantes. No mundo dominado pelo Vale do Silício, nunca antes a esquerda se fez tão dócil ao discurso da mídia, braço de comunicação do aparelho de guerra das potências estrangeiras.

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O corredor econômico China-Paquistão: conectividade e seu futuro

Por Shakeel Ramay, na Executive Intelligence Review

O sr. Shakeel Ramay, do Instituto de Política de Desenvolvimento Sustentável do Paquistão, falou no terceiro painel, “Sudoeste da Ásia: Pivô para a Guerra ou Desenvolvimento Pacífico com a Nova Rota da Seda”, da conferência internacional do Instituto Schiller de 20 a 21 de março, “O Mundo em uma encruzilhada: dois meses para a nova administração. ” A maioria dos slides do Sr. Ramay são omitidos aqui; sua apresentação na íntegra pode ser conferida aqui.

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O Plano Oasis: o desenvolvimento é a chave para a paz no Oriente Médio

O texto seguinte é a transcrição de palestra de Lyndon LaRouche durante uma de suas viagens na década de 1990 na Rússia. Foi onde apresentou pela primeira vez o Plano Oasis para a reconstrução do Sudoeste Asiático. Publicamos esta fonte primária como material de apoio ao artigo de Hussein Haskary, “Justiça para os povos do sudoeste asiático”.

LaRouche dá palestras na Academia Russa de Ciências de Moscou em 28 de abril de 1994.
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Justiça para as nações do Sudoeste Asiático

Por Hussain Askary, na Executive Intelligence Review

Hussein Askary é o Coordenador do Sudoeste Asiático do Instituto Schiller. Ele fez a apresentação principal do terceiro painel, “Sudoeste da Ásia: Pivô para a Guerra ou Desenvolvimento Pacífico com a Nova Rota da Seda”, da conferência internacional do Instituto Schiller, de 20 a 21 de março de 2021, “O Mundo em uma Encruzilhada: Dois Meses para a Nova Administração. ”

Hussein Askary
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Dar espaço à Nova Rota da Seda nas Américas

Por Dennis Small, na Executive Intelligence Review

A Ibero-América hoje está sendo assolada por uma pandemia que também assola o mundo. Ela está enfrentando aproximadamente 45% de desemprego real, se você medir o desemprego nos termos de Lyndon LaRouche, de parâmetros econômicos físicos reais. Ela está sendo destruído por um comércio de drogas administrado pelos mesmos interesses financeiros de Wall Street e da City de Londres, que também estão por trás do colapso da bolha especulativa global de cerca de US$ 1,7 quatrilhões. Na verdade, temos uma situação em que milhões de pessoas em toda a região, mas especialmente na América Central e no México, foram impulsionadas pelo tráfico de drogas, pela pobreza e pela miséria em geral, à migração forçada para tentar encontrar a sobrevivência, sustento, ou simplesmente fugindo para salvar suas vidas.

Portanto, se realmente quisermos resolver esses problemas – o que deveríamos estar fazendo nos Estados Unidos – existe apenas uma abordagem que será possível e realmente funcionará. Quando olhamos para isso, existe uma solução direta em mãos, que é a extensão da Nova Rota da Seda nas Américas.

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Porque o Green New Deal deve ser detido

Green New Deal e Great Reset fazem parte da mesma política. Fundos de investimentos gigantescos como a BlackRock se apropriaram de todo e qualquer recursos para a “nova matriz desenvolvimentista” verde. São responsáveis pela gestão dos recursos, ou do dinheiro impresso pelos bancos centrais. Difícil falar do “fim do neoliberalismo” assim, ou seja, com uma aliança entre banqueiros centrais e as velhas aristocracias europeias. E, com essa direção no comando dos investimentos, o foco principal é a Ásia, ou seja, se mantém a velha geopolítica. 0.8% dos 30 trilhões previstos para o “acordo climático” irão para a Ásia… Não existe fantasia alguma quando o império joga. O resto é jogo de cena e a velha demagogia.

Na foto, Zombiden repete via teleprompter as palavras de seus amos.

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Sob violento abalo: a tese X e o pacto nazi-soviético

Diz-se que Walter Benjamin esteve sob violento abalo quando soube que os embaixadores da União Soviética e da Alemanha nazista assinaram um tratado em conjunto, o Ribbentrop-Molotov. Teria recorrido a remédios ao ver que a única esperança de luta contra o fascismo cedeu ao firmar um pacto de não agressão… Essa interpretação serve para um duplo fim: criticar a ação soviética como capitulação diante de Hitler, sem considerar que este foi o último dos tratados que potências europeias e outros países periféricos assinaram com os nazistas o fim de contê-los diplomaticamente. Por outro lado não se atentam que, mais do que em qualquer outro trabalho, a tarefa específica no campo político dos Conceitos sobre a História, de Benjamin, é o de crítica as esquerdas, seja ela de caráter socialdemocrata ou comunista.

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