Da suposta Atlântida aos Descobrimentos

KLAUS: Note como Pacifico oriental foi uma das ultimas áreas humanizadas da Terra. Note as tecnologias navais muito antigas já na saída de Africa. Note como o primeiro H sapiens sapiens pode ter sido nigeriano. Existiu de fato uma Atlântida? Pierre Vidal-Naquet, em seu livro sobre o tema, diz que Platão reconstrói o mito para Leia mais sobreDa suposta Atlântida aos Descobrimentos[…]

Viver o Anti-Édipo: Gilles Deleuze na “Carta a um crítico severo”

 

Murilo Corrêa foi, talvez, quem colocou com maior sucesso esse texto na web. De fato, é um texto que deve ser destacado. Curto, denso, revela a seu leitor boa parte da biografia de Deleuze. A hipersensibilidade na ponta dos dedos mostra a pessoa que sempre atravessou a vida com problemas mais ou menos graves de saúde, e os pensou em termos mais “mentais”, por assim dizer, do que fisiológicos. “Porque não teria direito de falar da medicina sem ser médico, já que falo dela como um cão?”. Em raros momentos, talvez, se tenha visto em Deleuze esses constantes problemas de saúde, sendo visto esta como um todo e não em partes como “tuberculose” de um lado, “falta de impressões digitais” de outro, ou ainda outros problemas que aparecem aqui e ali na entrevista intitulada Abecedário. A frase preferida do Anti-Édipo: “não, nós nunca vimos esquizofrênicos”. Nós nunca vimos um Deleuze com problemas de saúde, com uma hipersensibilidade não só na ponta dos dedos. Algo que nos faz lembrar muito o Nietszche… 

[…]

Um Rio e muitas Baixadas: uma questão social

Vista sobre a Baixada Fluminense A produção de resíduos tóxicos provenientes dos lares, mais do que das indústrias (como a farmacêutica ou a metalúrgica, por exemplo) são um caso de estudo para se compreender como se deu a urbanização da região metropolitana do Rio de Janeiro. A exclusão das famílias mais pobres para as áreas Leia mais sobreUm Rio e muitas Baixadas: uma questão social[…]

ANTROPOLOGIAS FOUCAULTIANAS I: “Libertar-se do ‘velho chinês’ de Königsberg”

Michel Foucault e Benedito Nunes na praia do Marahú – Belém, 1970. Será que ali discutiam Kant? Ou foi por inpiração do “velho chinês” que Foucault foi parar na praia do Marahu? ANTROPOLOGIAS FOUCAULTIANAS I Por Rogério Mattos: rogerio_mattos@hotmail.com Essa série, Antropologias foucaultianas, se destina à discussão depossíveis leituras foucaultianas, desde a tradição filosófica até Leia mais sobreANTROPOLOGIAS FOUCAULTIANAS I: “Libertar-se do ‘velho chinês’ de Königsberg”[…]

Sobre a guerra que se aproxima 2 – Um Pearl Harbor cibernético

Os idiotas pensam que nazismo e guerra mundial é coisa de alemão… A histeria que fez criar um novo tipo de macartismo, as perseguições a líderes progressistas na América do Sul e na Europa, a demonização da figura de Putin… São processos de longo curso, com muitas variáveis, mas que apontam para o perigo iminente Leia mais sobreSobre a guerra que se aproxima 2 – Um Pearl Harbor cibernético[…]

A lógica da Guerra Fria: do Lawfare à Colônia Dignidad

Quando se fala de um “estado jurídico do nazismo” este estado é o chamado “de exceção”, e seu teórico, Carl Smith. Como se sabe, o nazismo não foi só um movimento político, mas conjugou um projeto econômico, leis específicas, um regime médico e policial, além de ter seus parâmetros estéticos próprios. Contudo, o que não Leia mais sobreA lógica da Guerra Fria: do Lawfare à Colônia Dignidad[…]

O tema e o tom do Camões de José Saramago

O mercado editorial não é o campo de flores dos “campeões de venda”, como a Companhia das Letras. É uma mercado sombrio, como o as brumas do Porto como descrita por Saramago, quando faz reviver Camões em sua peça teatral. Na foto, o mínimo cuidado editorial, com as ilustrações de Günter Grass, até para compensar, Leia mais sobreO tema e o tom do Camões de José Saramago[…]