Salve os empreendedores brasileiros!

Flávio e Fabrício são exemplos os novos empreendedores da era Guedes: o superministro não tem dois casos teratológicos que terá que evitar mencionar. Muito pelo contrário, tem dois “cases de sucesso” que, para muito além das competências do Sistema S, podem auxiliar e inspirar o povo a terem sucesso em seus negócios em meio ao reino totalitário do livre-mercadismo.

Mas, se comprovada a hipótese de que são a verdadeira quadrilha no poder, ou seja, que comprovam o Power Point do Dallagnol, os milicos ficarão com o broxa na mão? Qual o grau de credibilidade de qualquer governo pós-Queiroz?

O Brasil opta pelo aprofundamento do caos enquanto mantem a prisão de Lula. De certa maneira, mesmo com o golpe e a fraude eleitoral, o PT ainda governa.

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Sobre o atual “conservadorismo ilustrado”

Quando a a direita passou a aumentar seu tom de voz há poucos anos, vira e mexe se falava que não existia mais direitistas como antigamente. Fazia-se alusões a Merchior, Paulo Francis, Bob Fields e que tais. Eram declaradamente de direita, porém tinham o mínimo de articulação, sabiam dialogar e não apenas xingar ou difamar, como o que vemos hoje no atacado e no varejo. Contudo, talvez esse conservadorismo já exista. Quem sabe, porventura, um pouco melhorado. São meio livre-mercadistas, meio esquerdistas, e não são vistos ainda como “de direita”. Dar tempo ao tempo…

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O Anti-Édipo e a Contracultura

“A origem do mundo”, de Gustave Courbet, devidamente trajada para o Facebook

O Anti-Édipo, chamado na época de seu lançamento de “livro-acontecimento”, tamanho o impacto que causou na França no momento, teve a ousadia de dizer não ao “sexo-rei” e mesmo assim continuou a ser considerado um livro subversivo. Lançado logo depois de maio de 1968, da revolução sexual, fruto da contracultura, mas também do lançamento dos anticoncepcionais, da revolução cosmética e do cinema colorido de Hollywood, ainda é um ponto de controvérsia sua afirmação do desejo junto ao escárnio frente ao que chamou de um neoidealismo, “a representação antropomórfica do sexo”.

Como entender, portanto, o sexo no Anti-Édipo em meio ao contexto da Contracultura?

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Hélio-3: o combustível do futuro no satélite natural da Terra

 (Foto: AFP Photo/Mark Ralston)

Texto traduzido por mim do site da tv chinesa CGTN

Nenhum ser humano colocou os pés na superfície lunar desde que a missão americana Apollo terminou, em 1972. Desde quase cinco décadas para cá, a lua não é mais vista apenas como o satélite natural da Terra.

Independente de missões tecnológicas, os cientistas têm pesquisado ao longo dos anos a presença de metais preciosos e fontes energéticas desconhecidas que possam ser usadas na Terra.

Mas por que as pessoas continuam a trabalhar na exploração da lua? Talvez aqui possa estar a resposta.

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Fernando Haddad, o formulador de paradoxos

Parafraseando Haddad: a pauta conservadora pode produzir mágica. Foto: Ricardo Stuckert

Com o violento ostracismo a que relegaram Lula e boa parte das lideranças históricas e populares do Partido dos Trabalhadores, se torna mais evidente um pensamento ilustrado e conservador, de corte esquerdista. Essa postura e esse pensamento se tornaram hegemônicos em parcelas da mídia independente ou de esquerda. Fernando Haddad e Mathias Alencastro são um excelente caso de estudo. Não é preciso só um “retorno às bases”, mas também um retorno às formulações políticas básicas de um governo popular. Sem um crítica a esse tipo eminente de esquerdismo, somente com dificuldades podemos retomar o que de mais legítimo existe em nossa história enquanto povo, enquanto cidadãos de um país com grandes aspirações sociais e humanas.

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