Como o governo britânico criou uma rede de fake news para derrubar Bashar Al-Assad

Do serviço de informações da Executive Intelligence Review

Ben Norton, no The Grayzone, publica documentos vazados que mostram como empresas contratadas pelo Reino Unido desenvolveram uma poderosa infraestrutura de propaganda para construir apoio no Ocidente para a oposição síria. De imagens de televisão a revistas, cartões-postais e pôsteres, aviso por mensagens, layout e design a contatos na mídia, eles criaram um fluxo de propaganda destinada a derrubar o governo sírio:

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Informantes “bipartidários” de Washington revelam seu plano para o caos se Trump vencer a eleição

Um grupo de republicanos neoconservadores “bipartidários” e democratas do establishment têm “simulado” vários cenários catastróficos para as eleições de 2020, incluindo uma simulação em que uma vitória clara de Trump provocaria medidas “sem precedentes” que a campanha de Biden poderia tomar para frustrar uma possível reeleição.

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O artista e seu comitente ou a arte e a falta de grana no Brasil

Na foto: Protesto contra a extinção da Embrafilme no centro do Rio de Janeiro

O governo Collor extingue, pela Lei 8.029/90, 22 órgãos da administração federal, entre autarquias, fundações, empresas públicas e sociedades de economia mista. A decisão resulta na demissão de centenas de funcionários e na desarticulação de diversos segmentos da ação governamental. Na ocasião, o próprio Ministério da Cultura foi extinto. (fonte: Memorial da Democracia)

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Ameaça de golpe militar nos EUA e novos planos de guerra contra Rússia e China

Do serviço de informações da Executive Intelligence Review

O ex-senador do estado da Virgínia, coronel aposentado Richard Black, fez uma advertência explícita em apresentações pela Internet em 5 e 12 de setembro, de que oficiais militares dos EUA estão considerando um golpe militar contra o presidente Donald Trump porque ele opõe-se às guerras americanas e tem pressionado para a retirada das tropas no estrangeiro. O coronel Black foi apoiado em webcasts do movimento LaRouche pelos ex-especialistas da NSA, Bill Binney e Kirk Wiebe, que se opunham ao encobrimento dos eventos em torno dos ataques de 11 de setembro.

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A posição de Trump diante do complexo industrial-militar

O atual debate de teor acadêmico transplantado para as redes sociais, um suposto embate entre stalinismo e liberalismo, só pode ser considerado um debate político de segundo ou terceiro grau, porque ajuda mais para confundir do que para entender o casamento singular nos dias de hoje entre o modelo da soberania e o da biopolítica. Tanto Stálin quanto Vargas, Mussolini, Hitler e Perón (entre outros) são exemplos de poder soberano de tipo autocrático, e que não sem um delicado debate podem se tornar ou não comparáveis.

O lado positivo do desentendimento que vemos foi o escancarar dos crimes dos liberais, tanto em sua vertente clássica quanto na que se estabeleceu no pós-guerra. Contudo, o debate de teor acadêmico acaba caindo no ridículo: Domenico Losurdo e Hannah Arendt aparecem como polos opostos, quase como se fossem rivais intelectuais, enquanto Churchill e Stálin se engalfinham para ver quem foi melhor ou “menos pior”.

O pequeno texto que segue é um breve estudo de caso, cujo intuito é mais esclarecer o debate político atual e mostrar, a partir de articulações já bem estabelecidas, as ambiguidades, limitações e perigos do singular casamento no séc. XXI entre soberania e biopoder.

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A ditadura nos é imposta pela repetição

Carol Proner, que além de bonita e jurista tem o telefone do Chico Buarque, escreveu um texto curto e certeiro onde liga Witzel, Genuíno e Nassif. Todos os revezes jurídicos que eles sofreram foram por ações fora do direito. Ela alude também ao golpe contra Dilma que, obviamente, por ser um golpe, estava fora do direito. A prisão de Lula é colocada no mesmo balaio porque não teria como não estar.

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