O Novo Pacto para a humanidade não é “verde”, mas humano

Da Executive Intelligence Review

Por Helga Zepp-LaRouche

Está em andamento bem diante dos olhos do público mundial o maior ataque contra o bem comum, que tornará os ricos ainda mais ricos e os pobres ainda mais pobres, e que terá consequências catastróficas: motins de fome e caos social absoluto nas nações industrializadas , genocídio contra os chamados países em desenvolvimento e, na visão da oligarquia financeira, logo se tornará quase inevitável uma terceira guerra mundial dos Estados da OTAN contra a Rússia e a China. Todos esses desenvolvimentos desastrosos serão a consequência, se todos os investimentos forem direcionados para ramos “verdes” da indústria, e uma eliminação completa do investimento ocorrer por meio dos bancos centrais, não apenas da energia nuclear, mas também dos combustíveis fósseis, como no “Acordo Verde” da União Europeia (UE) ou no “Novo Acordo Verde” da administração Biden.

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A verdade por trás do início da II Guerra Mundial

Recentemente, Vladimir Putin anunciou a abertura dos arquivos soviéticos da época da II Guerra. Responde a resolução do Parlamento Europeu que diz que “A Rússia continua a ser a maior vítima do totalitarismo comunista e seu desenvolvimento para um Estado democrático será impedido enquanto o governo, a elite política e a propaganda política continuarem a encobrir os crimes comunistas e glorificar o regime totalitário soviético”. Na atual mudança de eixo geopolítico ou de sistema-mundo para a Ásia, Putin alerta que nunca foi registrado transformação dessa escala na história da humanidade que não fosse seguido por uma guerra de grandes proporções que, nas atuais condições, é impensável.

Assim, chama os países ocidentais a rever a história da II Guerra para que os erros que levaram a ela não se repitam. Sua “virada interpretativa” tira o foco do pacto nazi-soviético e se detém no Acordo de Munique, chamado por Putin de “traição de Munique”. Ao ceder os Sudetos aos alemães, deram as condições territoriais, energéticas e alimentares para o projeto expansionista nazista e os jogaram às portas da URSS. Houve a tentativa de contenção via Ribbentrop-Molotov (o último de uma série se pactos diplomáticos firmados por países como Inglaterra e França), mas esse não foi a causa da guerra, como quis dizer o Parlamento Europeu, mas a complacência e a traição dos países ocidentais que levaram ao confronto das duas grandes potências intracontinentais, o que estava nos planos dos geopolíticos e do Império Britânico.

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