O tempo que resta, de Giorgio Agamben: 2ª Jornada

Na 2ª Jornada do livro “O tempo que resta”, Giorgio Agamben faz um diálogo direto com dois autores sobre o sentido da palavra “klésis”. Max Weber, por um lado, mesmo com dificuldades, não consegue explicar a mutação do termo “vocação” ou “chamado” para Beruf ou a profissão mundana, o que traz amplas implicações para a sociologia weberiana e para a interpretação da Carta paulina. Adorno, por outro lado, trabalha uma filosofia do impotencial, onde não tem lugar a realização, o gozo e a dádiva próprias à concepção messiânica do tempo e seu chamado. Nada mais distante, assim, as duas filosofias: a de Adorno e a de Walter Benjamin. Através de uma série de mediações muitos sofisticadas, Giorgio Agamben traça a exigência filosófica do tempo de agora a partir da noção de “klésis”. Esse é o objeto de estudo dessa segunda jornada do livro “O tempo que resta: um comentário à Carta aos Romanos”.  

YouTube: https://youtu.be/PAdSpUcGoes  

Podcast: https://anchor.fm/rogeriomattos28/episodes/O-tempo-que-resta–de-Giorgio-Agamben-2-Jornada-e1eo5v9