Pela exoneração de Lyndon LaRouche

Com a prisão de LaRouche, os EUA e o mundo foram privados de seu mais ilustre homem de Estado e economista. Porque as políticas de LaRouche para substituir a pilhagem mortal de Wall Street e da City de Londres por uma justa Nova Ordem Econômica Mundial de desenvolvimento universal em alta tecnologia, centenas de milhões de pessoas ao redor do mundo permanecerem na pobreza e dezenas de milhões perecerem sem necessidade. Foi somente com a recente adoção da China de políticas muito similares àquelas propostas por LaRouche há 50 anos, que o genocídio foi interrompido ao menos em boa parte do planeta.

Trecho do obituário de Lyndon LaRouche escrito pelos editores da EIR.
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E os neoliberais querem voltar a ser “social-democratas”…

Liberalismo bonitinho e cheiroso

A posição atual de Andre Lara Resende não pode ser vista em separado das movimentações de Jorge Paulo Lemann. Se o PSDB foi praticamente a madrinha do golpe de Estado, forneceu quadros técnicos e planos políticos-econômicos para o governo Temer e, como que numa falha de cálculo, pariu o liberalismo tosco de Guedes e Bolsonaro, nada mais natural que essa ala “mais esclarecida” do liberalismo tenha que influenciar a política nacional com uma roupa diferente. Capitalismo e anarquia.

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Comissão Nacional da Dívida Pública

Um pirata defendendo o tesouro nacional? Fábula ou ficção científica?

Texto sobre piratas nacionais e estrangeiros e a necessidade de extirpá-los. Eles aparecem agora com uma cara amigável, um fascismo de aparência democrática, economicamente pousando como neokeynesianos: somente um processo ainda mais radical do que a Comissão Nacional da Verdade, que buscou apurar os crimes da Ditadura, poderá remover a usurpação das riquezas nacionais e ser um auxílio fundamental na volta do estabelecimento do Estado Democrático de Direito.

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Notas sobre a Nova Teoria Econômica

Procura-se importar para o Brasil um debate econômico estrangeiro, um novo pós-keynesianismo, na busca de se justificar o aumento dos gastos públicos. Quem trouxe a atual efeméride não é ninguém menos que André Lara Resende, economista do Plano Real e chamado por Paulo Henrique Amori de André “Haras” Resende, porque, depois de ficar rico com o monetarismo aplicado nos governos FHC, transportava seus cavalos em jatos particulares. Teria esse debate algum valor para a atual situação econômica brasileira?

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Liberais e flamenguistas

A última alegria, debochada e pachorrenta, de PHA num Maracanã que não tem mais “cheiro de mijo”.

O poeta é como o liberal. Ele colhe vergonhas e na vida vive lotado como o Maracanã. Amarga derrotas e faz um silêncio obsceno como o da multidão saída do estádio após um derrota inesperada. O silêncio de uma multidão barulhenta é o que compõe a subjetividade do liberal, saída como rebanho, cabisbaixo, como a manada de aspirações de um poeta qualquer.

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E a cobra morderá novamente seu rabo

Uma das cenas de apoio a Dilma Rousseff que, infelizmente, mesmo para os “bens pensantes”, foi tratada como uma espécie de Geni…

O governo Bolsonaro estabeleceu um padrão frequente de fracasso: com os objetivos principais de eliminar o PT e recuperar a economia, nada indica que ele caminha para cumpri-los. Portanto, o que ainda sustenta esse governo?

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Carluxo e o subjetivismo do pobre

Uma releitura, 17 anos depois, de um texto clássico de Silviano Santiago. Como comparar o “cosmopolitismo do pobre”, ou seja, sua inserção no mundo globalizado, com a entrada da subjetividade dos pobres em plena praça pública? Carluxo, intelectual orgânico de um novo Brasil, soube responder a esse dilema, fazendo eco a amplos setores da nossa sociedade. Silviano e talvez até mesmo a globalização sequer imaginaram que poderiam chegar tão longe…

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Sobre o atual fenômeno identitário

No seu Twitter, Moro posa com Villas Bôas em 10 de julho de 2019

O realinhamento atual, em especial na América do Sul, da política com os pressupostos dos ultraliberais (liberalismo tradicional + extrema-direita) trouxe à tona novamente as políticas de grupo e o “fascismo amigável” bem-sucedido no norte do Atlântico pode se visto de maneira mais clara nos últimos anos por aqui.

Agora, num “fascismo 3.0”, a mineração massiva de dados e os sistemas de vigilância compõem uma máquina formidável de aplicação dos princípios da engenharia social: a criação de grupos identitários que atuam entre si como numa família e entre os outros através da tática das guerras de gangue contra gangue.

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