Equipe que dirige o golpe contra Trump também dirige a tropa de choque da Lava-Jato para destruir o Brasil e o Cone Sul

A demonização do inimigo

Poderia até pedir desculpas pela afirmativa contundente, mas a questão é que o mesmo grupo político nos EUA que tentam derrubar Trump pela balela do chamado “Russiangate”, derrubaram Dilma e estão umbilicalmente ligados ao Ministério Público brasileiro. O promotor Robert Muller, encarregado de investigar as “conexões russas” de Trump e a suposta influência dos antigos soviéticos nas eleições americanas, dirige Andrew Weissman, especialmente designado por Muller para compor sua tropa de choque após este ter ocupado a chefia da Seção de Fraudes do DOJ (Departamento de Justiça americano). Como já é sabido, Weissman foi retirado da equipe de caça às bruxas porque deixou muito claro sua parcialidade a favor de Clinton e seu servilismo diante da procuradora geral de Obama. Agora cada vez que se menciona Weissman na imprensa estadunidense, é para fazer referência à profunda corrupção que inunda o Departamento de Justiça e o FBI.

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Previsão do tempo para o signo de Touro

Toura Miriam Leitão consegue juntar duas coisas constitutivamente inúteis que pintar a cor do neoconservadorismo (o liberalismo com cores progressistas) daqui e dos EUA. Como Hillary Clinton, ama o livre-mercado e sofre de uma piedade não menos utópica pelos pobres. Assim, da união de duas inutilidades profundamente populares, nasceu a “previsão do tempo para o Leia mais sobrePrevisão do tempo para o signo de Touro[…]

Didico, um daqueles que rejeitaram o Golpe

Ao contrário do retrato do Golpe que coloquei em outra postagem, com o texto do Rogério Skylab superposto à bizarra narração de Galvão Bueno quando a noiva global jogava seu buquê de flores na festa das celebridades, coloco aqui o retrato de quem não participou da festa que uniu as duas faces do assalto ao Leia mais sobreDidico, um daqueles que rejeitaram o Golpe[…]

Vantagens do modelo venezuelano para o Brasil

Muitas vezes achei a situação da Venezuela um pouco mais complicada do que a nossa. Talvez a aparência de normalidade, algo característico do país que, dizem, não é afeito a guerras ou a confrontos mais violentos, não me fez radicalizar na comparação. Hoje fica mais evidente a hipótese que levantava desde muito tempo. O que Leia mais sobreVantagens do modelo venezuelano para o Brasil[…]

Wadih Damous expõe a lógica da prostituta

Segundo Barbara Cassin, ouvir os sofistas é a mesma tarefa da que destacava Benjamin, ou seja, ouvir as prostitutas para se conhecer os seus clientes. Isso também é o que Sade fazia antes de ter sido levado à Bastilha por ter querido fugir com a sobrinha de uma mulher poderosa. São esses os saberes perversos Leia mais sobreWadih Damous expõe a lógica da prostituta[…]

DESENVOLVIMENTO, ENVOLVIMENTO, EVOLVER-SE

Em que ponto a crítica histórica é capaz de produzir “muçulmanos”?. Reflexões sobre o Bertleby, de Mandeville. O papel de toda crítica histórica não é o de mostrar o determinado desenvolvimento, como se, ao se utilizar de uma regra cujo fim é medir apenas o passado, ou seja, de acordo com um presente genérico ou Leia mais sobreDESENVOLVIMENTO, ENVOLVIMENTO, EVOLVER-SE[…]

O trem das sete, o próximo da estação

O sonho futurista do Skylab em 23 de julho de 2017. Vale a pena o belíssimo e curto conto. Logo embaixo, as cenas dos que ainda não entraram no trem. O Brasil infernal com narração de Galvão Bueno. A Globo e o Golpe unidos no baile da Ilha Fiscal. “A plataforma estava tomada de pessoas Leia mais sobreO trem das sete, o próximo da estação[…]

Nazismo e liberalismo como doenças autoimunes: a biopolítica de Roberto Esposito

Roberto Esposito associa o nazismo e o liberalismo às doenças auto-imunes (a diabete é o tipo dessa doença mais famoso). Seria assim o argumento: toda comunidade exige um “munus”, ou um dom, o que gera, naquele que o recebe, o dever da troca. Cria-se em toda comunidade uma espécie de “sistema da dívida”. Os “imunes” Leia mais sobreNazismo e liberalismo como doenças autoimunes: a biopolítica de Roberto Esposito[…]

Boko Haram e o terrorismo sintético na África

O Rio de Janeiro é sua cópia imperfeita? O homo sapiens sobreviveu à Guerra Fria porque ambos bandos estavam controlados pelos mesmos interesses e pelo mesmo dinheiro. Mas na atualidade não exitem tais limitações. Diante do colapso econômico, o mundo inteiro investiu bilhões de dólares no Oriente Médio, e agora faz o mesmo na África. Leia mais sobreBoko Haram e o terrorismo sintético na África[…]