Coranavírus e a OMS, por Daniel Estulin

Acima, Daniel Estulin em seu encontro com Fidel Castro. O conhecimento que os países de fala espanhola tem de Estulin é diretamente proporcional ao desconhecimento sobre seu trabalho aqui no Brasil. Multi-best-seller, indicado ao Pulitzer e ao Nobel da Paz, lançou pouco tempo atrás um documentário sobre seu livro mais conhecido, A verdadeira história do Clube Bilderberg. Agente aposentado de contraespionagem da KGB, parte considerável de seu trabalho merece ser estudado com cuidado, para além da mitologia que se criou a respeito do famoso “Clube”.

COMO UMA PANDEMIA É FABRICADA NAS ESFERAS BUROCRÁTICAS

Transcrição traduzida do podcast de Daniel Estulin para o Ángel Metropolitano

Hoje gostaria de contar uma história. Vamos imaginá-la como se fosse um filme de Hollywood.

Take 1: 22 de janeiro de 2020 – Genebra, Suíça

Na sede da Organização Mundial de Saúde se realiza uma reunião extraordinária. Agenda: o surgimento de uma nova enfermidade na China.

Nesse momento, segundo os números oficiais, somente 800 pessoas estavam infectadas com o novo coronavírus. O diretor-geral de Preparação e Resposta a Emergências da OMS, Peter Salama, participa. Cabe a ele tomar medidas emergenciais ou negá-las.

Take 2: 23 de janeiro de 2020 – Genebra, Suíça

O diretor-geral de Preparação e Resposta a Emergências da OMS, Peter Salama, é assassinado. Dizem que morreu por morte natural, mas, como dizemos na Rússia, “acidentalmente se esqueceu de respirar”. É difícil crer que um homem forte, esportista, de 51 anos, um médico que monitora sua saúde, de repente morreu num período crucial para o mundo.

Assassinado ou morto não só um importante especialista e um epidemiologista de renome que trabalhou em muitos países , e o funcionário que diria se é ou não uma pandemia.

Take 3: 23 de janeiro de 2020 – Genebra, Suíça

Na sede da OMS, no segundo dia da reunião, a decisão do comitê de emergência declara uma emergência mundial relacionado ao surgimento de um novo coronavírus na China e sua posterior propagação em todo o mundo. Pode ser considerada uma decisão prematura?

Take 4: 23 de janeiro de 2020 – Genebra, Suíça

Durante dois dias, a OMS e os meios de comunicação tentaram ocultar informações sobre a morte de Peter Salama. Algo saiu mal, a família se precipitou, uma mulher e três filhos… Ao final do dia decidiram finalmente informar aos meios de comunicação.

Take 5: 24 de janeiro de 2020, Moscou, Rússia

O serviço de imprensa da Oficina Central do Ministério da Saúde da Rússia informa sobre as recomendações da OMS e sobre sua implantação em sua totalidade. Quarentena o quanto antes.

Take 6: 26 de janeiro de 2020 – Washington, EUA

Na sede do Departamento de Estado se tomou uma decisão sobre a evacuação urgente do Consulado Geral dos EUA, em Wuhan, na República Popular da China. Os chineses estavam proporcionando todos os meios necessários para a saída dos diplomatas. Em 28 de janeiro, em Wuhan, começou o transporte de bens e documentos oficiais. Na correria, deixaram evidências, provas. Ao amanhecer de 29 de janeiro, o primeiro avião com 240 estadunidenses a bordo voa até a Califórnia, EUA.

Take 7: 28 de janeiro de 2020 – Beijing, China

Na sede do Comitê Central do Partido Comunista chinês, o governo estuda as informações proporcionadas pelos serviços especiais chineses com provas da participação do exército estadunidense na propagação do coronavírus.

Take 8: 30 de janeiro de 2020 – cidade de Wuhan, província de Hubei, China

Autoridades chinesas ingressam na sede deserta do Consulado Geral dos EUA para levar a cabo medidas de busca e apreensão. Nos fundos do pátio traseiro, observaram movimentos de rastros na terra. Começaram a cavar e descobriram um objeto envolto em pano grosso numa profundidade de um metro e meio. Encontraram duas capas de lona e fizeram uma inspeção nos containers. Sem marcas de violação, nos lacres está escrito: “atenção: perigo biológico”.

Isso ocorre muito mais vezes do as pessoas podem imaginar. Eu sei por ter trabalhado na contrainteligência militar por 25 anos. Nem sempre se destroem as evidências por muitos motivos. As autoridades estadunidenses se deram conta de que deixaram provas de crimes ao fugir rapidamente do país. Obviamente, as provas existem e é impossível justificá-las. Logo, a melhor defesa é o ataque.

Take 9: 30 de janeiro de 2020 0 Londres, Grã-Bretanha

Declaração do secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo: “o Partido Comunista chinês é a ameaça central de nosso tempo”.

O interessante é que tais declarações não são característicos dos diplomatas de mais alto nível, sobretudo os do Primeiro Mundo. É uma indicação direta da intenção de desacreditar a China, que segundo a lógica do Departamento de Estado, é capaz de neutralizar a declaração bombástica sobre sua própria participação na propagação do coronavírus pelo mundo.

Take 10: Wuhan, província de Hubei, China

O laboratório biológico de Wuhan tem um dos mais altos níveis de proteção, confiabilidade e segurança no mundo. É absolutamente impossível levar algo de dentro do laboratório, nem que algum vírus escape. Sobretudo, porque esse vírus não estava lá.

Take 11: sobre as armas bacteriológicas

Pergunto: existe de fato pessoas que creem que essas armas não existem, ainda mais nas grandes potências como EUA, França, Inglaterra, Rússia, China, Israel, etc.?

Essas armas existem e o Covid-19 é uma arma biológica. Alguém duvida, dado que a velocidade de propagação é feita sob medida para espalhar o pânico e a psicose, causar crises econômicas, financeiras, sociais, etc. As pessoas mais velhas e as pessoas com enfermidades crônicas morrem. Por que esse dado é tão sumamente importante? Porque o FMI, o Banco Mundial, vários governos (entre eles, o governo japonês) publicamente (o FMI através de sua diretora-geral, Lagarde), dizem que as pessoas vivem por muito tempo. São uma carga desnecessária sobre os custos da saúde. Assim, a morte dessas pessoas libera bilhões de dólares que podem ser direcionados a corporações em troca de vacinas e medicamentos.

Take 12: 12 de fevereiro de 2020 – Pequim, China

O porta-voz do Ministério de Relações Exteriores chinês, Zhao Lijiang, acusa o exército dos EUA de ter levado o coronavírus à China. Uma das provas foi o relatório de Robert Redfield, diretor do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, que testemunhou no Congresso dos Estados Unidos.

Take 13: 14 de fevereiro de 2020 – Atlanta, EUa

A CNN confirma que pessoas morreram de coronavírus antes que as autoridades anunciassem a entrada do vírus no país.

Take 14: o porta-voz do Ministério de Relações Exteriores chinês faz uma série de perguntas às autoridades estadunidenses e não obteve resposta a nenhuma delas.

Take 15: setembro de 2019, estado de Maryland, EUA

Oficina do Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas: muito antes do aparecimento oficial do paciente zero, quando ninguém sabia sobre a infecção, se firmou um contrato com a empresa Greffex Inc. para o desenvolvimento da vacina da cepa chinesa. O valor do contrato com essa empresa é de 18.400.000 de dólares.

Tão rápido como apareceram os primeiros casos de coronavírus, a companhia anunciou que tinha ou teria a possibilidade de uma vacina e expressou sua intenção de vender a outros países. De repente se calaram e deram a justificativa infantil de que “os interpretaram mal”.

Segundo fontes abertas, o coronavírus foi criado muito antes da história que estamos assistindo agora, precisamente no ano de 2015, dentro dos muros do instituto de pesquisa britânico Pirbright, com vínculos estruturais com a OMS. Em 18 de outubro de 2019, o instituto recebeu uma patente do novo coronavírus, ou seja, aproximadamente dois meses antes dele ser detectado em Wuhan, no final de dezembro do mesmo ano.

Take 16: 11 de março de 2020 – Genebra, Suíça – sede da OMS

A OMS anuncia a pandemia de coronavírus em escala planetária.

Agora quero lhes explicar como se gera uma pandemia a nível burocrático. Vamos imaginar que existe um grupo de pessoas em nível supranacional, ou seja, acima dos presidentes e primeiros-ministros. Em suma, essa gente, o “Estado profundo”, que controla a maquinaria do poder, entendem que o mundo está a ponto de se quebrar, que a dívida planetária de 4 quatrilhões de dólares é absolutamente impagável. Então essa gente necessita de alguma forma se livrar dessa dívida. Tentaram fazer através de uma guerra termonuclear quando mataram Soleimani em 3 de janeiro de 2020, esperando que as grandes potências – como Irã, Rússia, China, EUA, Israel, Turquia, quem seja – se metam no Oriente Médio e comecem a guerra termonuclear que, dessa vez, mataria de 4 a 5 bilhões de pessoas e permitiria a essa elite se livrar dessa dívida através do que conhecemos como “força maior”. Mas se deram conta que as grandes potências do mundo não tinham apetite para uma guerra termonuclear, com todas as suas consequências.

A dívida de 4 quatrilhões de dólares segue em pé. O mundo, a nível sistêmico, está a ponto de quebrar-se. A elite entende que se o mundo quebra as pessoas se darão conta que são eles – essa elite – responsáveis pelo ponto de não retorno. E nesse caso buscam outra forma de se livrar dessa dívida. Bem, tinham algo planejado. Um vírus. Obviamente, se você pode lançar um vírus e criar uma pandemia, é necessário uma vacina. Ninguém cria um vírus em laboratório sem ter de antemão a vacina preparada.

O que necessitam é a aprovação e a bendição da OMS. toda essa gente tal como são, sem cara e sem nome, se reúnem com o diretor-geral da OMS e lhe explicam a situação econômica, a necessidade de se criar uma pandemia para poder levar a cabo a “força maior” e se livrar dessa dívida, e pedem a colaboração do diretor-geral.

Se ele diz que sim, perfeito. Se ele diz que não, se enlouquece: “O que vamos fazer? Vai causar estragos na economia mundial, matar muito mais gente que já está morrendo, etc.”, lhe propõe um acordo, um trato. Vamos te dar 300, 400, 500 bilhões de dólares para a luta contra a epidemia. Se o diretor da OMS diz que sim, perfeito. Se não, sobem a aposta. Oferecem-lhe 100 milhões de dólares a ele, para ser depositado em qualquer conta bancária, seja Suíça, Ilhas Cayman, onde seja – são só papeizinhos coloridos. Se ele diz que sim, perfeito. Se diz que não, seguem subindo a aposta. Oferecem a ele o prêmio Nobel da Paz, como o homem que supostamente salvou o mundo da pandemia. Já deram a Obama, como não dariam a esse? Se o homem diz que sim, bom. Se não, então lhe ameaçam.

Dizem: “olhe, precisamos da pandemia pelo bem ou pelo mal. Então, ou você declara a pandemia e beneficia a si próprio ou vamos te matar. Já matamos John F. Kennedy e tantos outros presidentes e primeiros-ministros, fomos nós que fizemos o 11/09 e colocamos a culpa num talibã metido numa cova do Afeganistão preso a uma máquina de diálise. A gente é que sabe. Porque criamos qualquer coisa e sai nos meios de comunicação que nós controlamos”. O homem se dá conta que vai levar a cabo o ato da pandemia e ele diz que sim. Então já temos a bendição da OMS. Ou vocês pensam de verdade que isso foi feito de forma gratuita? Não.

Segundo passo, tem que se convencer os presidentes dos países. Como se faz isso? É muito fácil. Muitas vezes se pensa que a conspiração são quatro velhos sentados numa sala escura, esfregando as mãos, olhando uma bola de cristal e planificando o futuro do mundo. É muito mais fácil que isso.

A elite controla os meios de comunicação. Todos os grandes meios de comunicação do mundo inteiro estão em suas mãos. Não existe nenhum “meio independente”. Os jornalistas, sejam da CNN, BBC, Le Monde, NYT, WP, Economist – eles representam e trabalham para quem lhes paga seu salário, sua licença maternidade, suas férias, etc. Representam sua linha editorial. E a nível mundial essa linha é liberal-banqueiro-financista.

Ao controlar todos os meios de comunicação do mundo fica muito fácil controlar a todos os presidentes, porque através da propaganda se pode convencer a grande massa, ou seja, a nós, que o presidente está fazendo seu dever na luta contra essa “epidemia” ou não. Isso significa que o presidente de qualquer país que jogar o jogo receberá dinheiro do FMI, do Banco Mundial, da OMS, da Fundação Rockefeller, dos Rothschild, e de todos os demais. Significa que ele ganhará dinheiro e ganhará as próximas eleições, o que lhes dará a oportunidade de passar mais quatro anos roubando. E se não, inclusive o presidente, podem matá-lo ou acabar em Haia por não ter feito o suficiente para defender a integridade das pessoas de seu país, ou seja, basicamente podem ser enjaulados como vocês estão nesse momento. E assim funciona a pandemia a nível mundial.

Agora, a OMS vive com 28% das contribuições regulares dos países-membros e 72% de outras contribuições “voluntárias”. Voluntárias no sentido dos Rockefeller, dos Rothschild, dos Soros, etc. No ano de 2010, estourou um escândalo ao redor da OMS quando veio à luz uma conspiração entre empresa Roche e a OMS. Naquele momento, as ações da OMS enganaram o staff médico europeu e a Roche ganhou 18 bilhões de dólares. Em 2009, a OMS anunciou a pandemia de gripe suína. E o que passou depois? Os meios de comunicação organizaram uma campanha de publicidade com vídeos falsos que espalharam o pânico entre a população.

Diz-se que essa gripe é incrivelmente contagiosa e mortal. Sob a pressão da OMS, as companhias recomendadas pela OMS pelas quais – surpresa, surpresa – a OMS tinha contratos diretos , centenas de milhões de vacinas foram compradas por diferentes países. Onde estão essas vacinas hoje em dia? Estão acumulando pó nos armazéns. Como ficou demonstrado mais tarde, as estatísticas da OMS e que apareceram nos meios de comunicação do mundo não tinham nada a ver com as estatísticas reais. Depois saiu que as vítimas da tal gripe suína não morreram de grípe suína, mas de gripe comum.

No começo do século XXI, a OMS atuou junto a corporações multinacionais, farmacológicas, de onde seus assessores e consultores ingressaram na OMS. Quem são aqueles que pagaram centenas de bilhões de dólares para declarar a loucura que está sendo o coronavírus? Eu não sei. Mas, a partir da ótica conceitual, entendemos como se faz o jogo.

Agora, vamos passar o umbral da realidade para o mundo da realidade paralela de fumo e de espelhos. Segundo a história canônica, o primeiro a se dar conta do coronavírus foi oftalmologista de 34 anos, Li Wenliang. Ele foi o primeiro a informar a epidemia ao mundo por suas redes sociais e, olhe, só algumas horas depois o departamento médico de Wuhan respondeu e enviou uma advertência técnica às instalações médicas da cidade.

Infelizmente, a testemunha-chave da pandemia global, segundo a versão canônica, hoje está morto. Ao avaliar um paciente com glaucoma, contraiu o vírus. Apesar de o ligarem imediatamente a um aprelho de respiração e, apesar de sua juventude e dos esforços médicos, sua vida não conseguiu ser salva. É certo que as informações sobre sua morte que apareceram nos meios de comunicação foram refutados pelos funcionários do hospital em que se encontrava. Mas, depois da visita de alguns altos mandatários do governo chinês, os empregados do hospital avaliaram novamente o paciente e se deram conta de que sim, ele estava morto.

Me parece que se houvesse sobrevivido, esse homem poderia nos ter contado algo interessante sobre os bastidores do assunto. Como comentei no início do podcast, outra “morte estranha” associada ao coronavírus foi a morte do epidemiologista-chefe da OMS, diretor-executivo (para situações de emergência) de 51 anos, Peter Salama. O chefe da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, enviou pelo twitter a notícia comovente da morte do colega. Após sua morte, em 30 de janeiro de 2020, foi declarado o coronavírus como uma situação internacional de emergência. Eu sei! Pura coincidência e nada mais.

Uma semana depois, a OMS sofreu uma nova perda – que má sorte danada! Em nova Iorque, o sub-diretor da OMS, Ryan Paterson, anunciou uma conferência de imprensa onde prometeu revelar “informações sensacionais” sobre o Covid-19, mas que tragédia! Uma hora antes da conferência, o sub-diretor da OMS estava com fome e decidiu comer um brócolis, se engasgou e morreu. A polícia disse que isso poderia acontecer com qualquer pessoa e não se encontraram evidências de crime em sua morte. Os controles adicionais não tem sentido (autópsia, etc.) e o corpo foi incinerado no mesmo dia e deram as cinzas a sua família.

E assim funciona a pandemia de coronavírus. Repito: o que estamos vendo é uma operação secreta que já comentei em vários podcasts e também em meus videoblogs. O que estamos assistindo em tempo real é a desmontagem do sistema econômico, a mudança de paradigma, a mudança ao 6º tecno-paradigma econômico, que permite a esse mundo, sobretudo a nível sistêmico, que está a ponto de desaparecer, renascer como uma ave fênix, com características absolutamente distintas.

Nesse sentido, a luta mortal segue sendo entre os liberais-banqueiros-financistas (que não tenho nehuma dúvida que está por detrás da operação coronavírus) e os grupos alternativos nacionalistas, isolacionistas, que querem criar um mundo baseado nas necessidades produtivas de cada país.

Esse texto faz parte da série Paradigma do Contágio. Clique aqui para ter acesso.