Os líderes dos Estados Unidos, Rússia, China e Índia devem atuar já!

O Instituto Schiller, sob a liderança de Helga Zepp-LaRouche, lançou uma petição internacional urgente, buscando uma conferência dos Estados Unidos, Rússia, China e Índia, para estabelecer um novo sistema de taxas fixas de câmbio para o comércio e desenvolvimento mundiais, modelado no conceito de Franklin Roosevelt de um sistema de Bretton Woods. Em 15 de agosto de 1971, o presidente americano Richard Nixon retirou o dólar do sistema de Bretton Woods, acabando com a estabilidade do pós-Segunda Guerra que permitiu que as economias destruídas da Europa e da Ásia não só se recuperassem da guerra, mas reconstruírem a moderna infraestrutura necessária para a prosperidade contínua. A intenção de Roosevelt para o período do pós-guerra como relatado por seu filho, Elliot Roosevelt, era usar o sistema de Bretton Woods para destruir de uma vez por todas o colonialismo britânico, e a pobreza e o atraso que isso produzia. Agora uma nova conferência tal como Bretton Woods entre Estados Unidos, Rússia, China e Índia representa o único meio para mitigar e sobreviver ao pendente colapso da bolha financeira pós-2008, uma bolha maior em ordem de magnitude do que aquela de 2008, o colapso em que o mundo inteiro será engolido no caos.

Os líderes dos Estados Unidos, Rússia, China e Índia devem atuar já!

Nós, os abaixo assinantes, apelamos aos presidentes Trump, Putin, Xi Jinping e ao Primeiro Ministro Modi, a convocação de uma cúpula de emergência com o intuito de criar um novo sistema monetário internacional, um Novo Bretton Woods.

Assine a petição abaixo!

Boa parte do mundo vive uma desordem catastrófica. Existem riscos relevantes de uma nova crise financeira e de uma guerra comercial potencialmente devastadora. A crise dos refugiados no Mediterrâneo enfatiza tanto o sofrimento dos povos da África e do Oriente Médio, quanto a desunião da União Europeia. A curva demográfica nos Estados Unidos têm uma queda alarmante. Para a maioria dos cidadãos comuns é muito difícil ver como todos esses problemas diferentes podem ser resolvidos com eficiência.

Existe, contudo, uma única causa fundamental para todas essas crises aparentemente diversas. Quando o presidente Nixon eliminou  em 1971 as taxas fixas de câmbio do Sistema de Bretton Woods, o economista americano Lyndon LaRouche alertou que a continuação das políticas monetárias então introduzidas levariam inevitavelmente ao risco de uma nova depressão e um novo fascismo, ao menos que uma nova ordem econômica mais justa fosse criada. Em consequência da ação de Nixon, houve uma paulatina desregulamentação do sistema financeiro na direção do neoliberalismo, que impediu a industrialização dos países em desenvolvimento e aumentou os lucros dos especuladores às custas do bem comum nos chamados países desenvolvidos. A resultante crise financeira sistêmica de 2008 não foi combatida com a remoção das causas da crise, mas ao invés, as instituições financeiras do sistema imperial britânico agiram para prolongar o sistema de maximizar os próprios lucros.

Como Lyndon LaRouche enfatizou por muitos anos, existe apenas um conjunto de países que são poderosos o suficiente para substituir esse sistema neoliberal irremediavelmente falido, e essa é uma aliança entre EUA, Rússia, China e Índia. Ela representa, de longe, os maiores poderes políticos, econômicos e militares, e assim está apta a estabelecer um Novo Sistema de Bretton Woods, onde os governos soberanos controlam sua própria criação de crédito e pode facilitar acordos entre eles para investimentos de longo prazo no desenvolvimento de infraestrutura, indústria e agricultura para o benefício do bem comum de seus povos.

O potencial dessa aliança é muito claro. A iniciativa chinesa Um Cinturão, Uma Rota tem sido o instrumento principal para a emergência de um sistema econômico completamente novo, baseado na “cooperação ganha-ganha” entre cada vez mais países, levando muitos deles a erradicação extremamente rápida da pobreza. Novas organizações como os BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), a OCX (Organização para Cooperação de Xangai) e a UEEA (União Econômica Euro-Asiática), e outras organizações regionais, estão se empenhando na direção de uma nova ordem econômica baseada no desenvolvimento de todos.

Embora isso possa não ser óbvio para muitos, o Sistema Americano de economia baseado nos princípios de Alexander Hamilton, que o presidente Trump prometeu reintroduzir, tem uma grande afinidade com as mesmas ideias do modelo econômico chinês e da iniciativa chinesa Um Cinturão, Uma rota (ou Nova Rota da Seda). Os líderes da Rússia, China e Índia já declararam sua intenção de cooperar em projetos da iniciativa “Um Cinturão, Uma Rota” na Eurásia, África e América Latina.

Assim que o presidente Trump for  libertado do golpe britânico conhecido como “Russiagate” (que agora está se transformando rapidamente em “Muellergate” e levando a uma investigação criminal dos autores da tentativa de golpe), ele será capaz de cumprir sua promessa  de colocar as relações com a Rússia e China numa base sólida.

A única maneira eficiente pela qual os muitos problemas do mundo podem começar a ser resolvidos é o estabelecimento imediato de um novo sistema de Bretton Woods – um novo sistema internacional de crédito que possibilita aumentar a produtividade da força de trabalho e impulsionar a economia física. Uma vez que esse acordo das quatro potências for estabelecido entre os EUA, a Rússia, a China e a Índia, todas as outras nações poderão aderir ao novo sistema, com base nos princípios de soberania e respeito mútuo entre seus diferentes sistemas sociais.

Nós, os abaixo assinantes, apelamos aos presidentes Trump, Putin, Xi Jinping e ao Primeiro Ministro Modi, a convocação de uma cúpula de emergência  com o intuito de criar um novo sistema monetário internacional, um Novo Bretton Woods.

Assine a petição: https://es-schillerinstitute.nationbuilder.com/nbw_petition?recruiter_id=138