ISEB x CEBRAP: o “nacionalismo por subtração” de Roberto Schwarz

Em “O nacional por subtração”, Roberto Schwarz fala de uma estranha sensação de ser brasileiro. Como se toda a produção cultural produzida por aqui tivesse portasse a sensação de ser postiça, imitativa, inautêntica. Apesar de tentar ou parecer tentar se livrar do mal estar, sua abordagem que se pretende “de classe” (marxista) é incapaz de levá-lo a ver em sinal positivo, a enxergar mesmo, a inteligência e a produção cultural do país de forma não só mais ampla, como também mais generosa. Seu pessimismo doutrinário marcou a produção intelectual brasileira, mas só pode ser melhor compreendida se vista em rota de choque com a antiga tradição do ISEB que o CEBRAP acabou por suplantar.

 

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