As quatros leis econômicas de Lyndon LaRouche

Lyndon LaRouche é um dos poucos ainda no norte do continente americano a defender o legítimo sistema econômico que levou a verdadeira revolução industrial no planeta (não os teares ingleses, correlatos dos indianos, imitados por aqueles depois de ter imposto mais uma fome monumental a estes, desorganizando todo o sistema produtivo colonial do qual dependia a Inglaterra). Não se trata de impor uma falsa dualidade como a de “liberais” e “conservadores”, “whigs” e “tories”, “esquerda” e “direita”; se trata de estabelecer as bases de um legítimo desenvolvimento nacional, anti-imperialista, o que, por consequência, deve ser contra o liberalismo e mesmo contra o conservadorismo anglo-americano, contra a doutrina do livre-mercado que se impôs quase como um consenso após o fim da URSS.
As quatro leis econômicas de Lyndon LaRouche fazem remontar aos movimentos anti-imperialistas estadunidenses, contra a Grã-Bretanha e seu domínio genocida; movimento de Alexander Hamilton e Abrahan Lincoln, como também do “homem esquecido”, Franklin Delano Roosevelt e sua lei que salvou os EUA da bancarrota, a lei Glass-Steagall de separação bancária; fazem retornar às bases da ciência moderna, com Kepler, Nicolau de Cusa e os experimentos mais recentes na área da física, de Bernard Riemann a Albert Einstein. Como fator diferencial, a “vara de medir a história”, a química, tal como colocada pelo cientista russo Vladimir Vernadsky. 
Um texto curto e iluminador que vale a leitura para quem se interessa para as bases do pensamento anti-hegemônico em termos científicos, históricos e econômicos; texto revelador para os momentos decisivos que vive atualmente a humanidade.

Numa série de publicações viemos dando crédito às elaborações de LaRouche, como também ao grande projeto da Nova Rota da Seda, Um cinturão, uma estrada, capitaneado pela esposa de Lynn desde a década de 1990 em contatos constantes com a inteligência e os homens públicos chineses. Hoje um projeto já em execução, se soma à iniciativa BRICS. Quem quiser passear pelo site poderá ter acesso a muitos dos pormenores epistemológicos, políticos, econômicos e culturais que se baseiam o movimento estadunidense. que a essa altura já ultrapassou 40 anos de atuação mundo afora.

AS QUATRO LEIS PARA SALVAR OS EUA, JÁ!
Não uma opção: uma necessidade imediata
Por Lyndon LaRouche, 2014
1. A realidade das coisas
A economia dos Estados Unidos da América, como também a política econômica das regiões transatlânticas do planeta: estão agora sob o perigo imediato, mortal, de uma crise de desintegração físico-econômica generalizada, em cadeia, nessa região do planeta como um todo. O nome para essa crise de desintegração por todas essas regiões indicadas do planeta é pela introdução da ação de “regaste interno” (bail-in), levadas a cabo nesse momento por muitos, se não todos, os governos dessa região: o efeito nessas regiões será comparável ao colapso físico-econômico do pós-“Primeira Guerra Mundial”, com o colapso generalizado da economia alemã sob a República de Weimar: mas isso, no tempo atual, atinge, primeiro, as economias inteiras dos Estados-nação da região transatlântica, ao invés de algumas economias derrotadas dentro da Europa. Um colapso provocado por uma reação em cadeia, por esse efeito, já está sendo acelerado com um efeito no sistema monetário das nações dessa região. A atual aceleração da política de “regaste interno” (ball-in) por toda a região transatlântica, como levada a cabo agora, significa o genocídio súbito atingir as populações de todas as nações da região transatlântica: seja diretamente ou por “transbordamento”.
Os remédios disponíveis
O único meio para a necessária ação imediata que pode prevenir tal genocídio imediato através de todo o setor transatlântico do planeta requer a decisão imediata do governo dos EUA  para instituir quatro medidas cardeais, específicas: medidas que devem ser totalmente consistentes com o propósito específico da Constituição Federal dos EUA originalcomo foi especificada pelo secretário do tesouro Alexander Hamilton enquanto ele se manteve no cargo: (1) reinstauração imediata, sem modificações, da lei Glass-Steagall instituída pelo presidente Franklin D. Roosevelt, como princípio de ação. (2) Um retorno a um sistema de Banco Nacional vertical e muito bem definido.
O que foi realmente testado, o modelo bem sucedido, é o que foi instituído sob a direção das políticas de banco nacional que foram realmente, de modo bem sucedido, instalados sob a autoridade do presidente Abraham Lincoln, com a emissão de uma moeda  criada pela Presidência dos Estados Unidos (osGreenbacks), conduzida como um sistema nacional bancário e de crédito colocado sob a supervisão da Secretaria do Tesouro dos Estados Unidos (Office of the Treasury Secretary of the United States).
Para as circunstâncias atuais, todos os outros bancos e políticas monetárias devem ser superadas ou, simplesmente, descontinuadas: é o que se segue. Bancos qualificados para operações sob essa provisão devem ser avaliados em sua comprovada competência para operar sob a autoridade nacional para criar e compor os elementos dessa prática essencial, que foi assinalada, como que por tradição, ao gabinete original do Secretário de Tesouro dos EUA sob Alexander Hamilton.  Isso significa que os estados individuais dos Estados Unidos funcionam sob normas nacionais de prática, e não entre quaisquer estados separados de nossa nação.
(3) O propósito de usar um sistema de Crédito Federal é gerar normas de alta produtividade em melhorias de emprego, com a intenção conjunta de aumentar a produtividade físico-econômica, e o padrão de vida das pessoas e dos lares dos Estados Unidos. A criação de crédito para o agora necessário aumento das relativas quantidades e qualidades do trabalho produtivo deve ser assegurado, hoje em dia, mais uma vez, assim como feito de modo bem sucedido pelo presidente Franklin D. Roosevelt, ou por padrões similares da prática Federal usada para criar uma recuperação econômica geral para a nação, per capita, e por taxas de efeitos conjugados na produtividade, e por confiança na essência do princípio humano, que distingue a personalidade humana das características sistemáticas das formas inferiores de vida: os efeitos conjugados do aumento do fluxo de densidade energética na prática efetiva. Isso significa, intrinsecamente, o efeito de uma prática de toda científica, mais do que meramente matemática, e pelo crescimento correlato, efetivo, do fluxo de densidade energética per capita, e para a população humana quando considerada individualmente ou como um todo. O aumento indefinido da produtividade física dos postos de trabalho, acompanhado por seus benefícios para o bem-estar geral, constituem um princípio da lei Federal que deve ser o padrão supremo nas conquistas da nação e dos indivíduos[1].
(4) Adotar um programa de emergência orientado à fusão nuclear. A distinção essencial entre o homem e todas as outras formas de vida, por isso, na prática, é que isso apresenta os meios para a perfeição dos especificamente afirmativos objetivos e necessidades da indivíduo humano e da vida social. Portanto: a questão do homem no processo criativo, como uma identificação afirmativa de uma comprovada afirmação de um estado natural absoluto, é a forma de expressão permitida. Princípios de natureza só podem ser afirmativos ou não podem ser enunciados entre mentes humanas civilizadas.
Dadas as circunstâncias dos Estados Unidos, em particular, desde os assassinatos do presidente John F. Kennedy e o de seu irmão Robert, o rápido crescimento requerido para qualquer recuperação da economia dos EUA, desde esse tempo, requer nada mais do que as medidas tomadas e executadas pelo presidente Franklin D. Roosevelt durante sua permanência no cargo. As vítimas da maldade trazidas aos EUA e a sua população desde a estranha morte do presidente Harding, sob a presidência de Calvin Coolidge e Herbert Hoover (como os terríveis efeitos das administrações Obama e Bush-Cheney, atualmente) requer remédios comparáveis aos do presidente Franklin Roosevelt enquanto esteve no cargo.
Isso significa medidas de alívio de emergência, incluindo sensíveis medidas temporárias de recuperação, requeridas para conter a vaga de mortes deixado pelos regimes de Hoover e Coolidge: medidas requeridas para preservar a dignidade dos que de outro modo seriam desempregados, enquanto se construía as mais poderosas capacidades econômicas e militares  reunidas sob a presidência de Franklin Roosevelt durante o tempo em que ele permaneceu no cargo. Isso significou então desenvolver os poderes da energia nuclear e agora significa fusão termonuclear. Sem essa intenção e o compromisso com sua realização, a população dos Estados Unidos, em particular, enfrentará agora, imediatamente, o mais monstruoso desastre jamais visto em sua história. Em princípio, sem uma presidência pronta para remover e descartar os piores efeitos sentidos atualmente, os criados atualmente pelas presidências de Bush-Cheney e Obama, os Estados Unidos em breve acabará, começando pelo genocídio da população dos EUA sob as práticas políticas em pleno andamento do governo Obama.
Existem certas políticas que mais notadamente são requeridas, nesse caso, agora, como segue:
Vernadsky sobre o homem e a criação
O sistêmico princípio de V. I. Vernadsky sobre a natureza humana é um princípio universal que é sumamente específico em relação ao fator primordial da existência da espécie humana. Por exemplo: “tempo” e “espaço” não existem realmente como um conjunto de princípios métricos do sistema solar; seu único emprego admissível, para propósitos de comunicação, é essencialmente uma presunção nominal. Desde que a competência científica hoje em dia pode ser expressa somente nos termos das características únicas do papel da espécie humana dentro dos conhecidos aspectos do universo, o princípio humano é o único princípio verdadeiro conhecido por nós para a prática: as noções de espaço e tempo são meramente ferramentas imaginárias úteis:
Pelo contrário:
A característica essencial da espécie humana é sua distinção de todas as outras espécies de processos viventes: isso, como uma questão de princípio, que está enraizada cientificamente, por toda a competente ciência moderna, nos fundamentos dos princípios estabelecidos por Filipo Brunelleschi (o descobridor do mínimo ontológico), Nicolau de Cusa (o descobridor do máximo ontológico), e a descoberta positiva pela humanidade, por Johannes Kepler, de um princípio coincidente com a escala Clássica do canto humano aperfeiçoada,  adotada por Kepler, e a medição elementar do sistema solar dentro do universo ainda maior da Galáxia, e ordens ainda maiores no universo.
Ou, igualmente, mais tarde, o moderno padrão de ciência-física implícito no argumento de Bernhard Riemann, o mínimo real (ecoando o princípio de Brunelleschi), de Max Planck, o máximo real do máximo atual, aquele de Albert Einstein; e, as relativamente últimas implicações consequentes da definição da vida humana por Vladimir Ivanovich Vernadsky. Esses valores são, cada um, absolutos relativos de medição do papel do homem dentro do conhecimento do universo.
Esse conjunto de fatos pertence à fraude inerente dos meramente matemáticos ou “întérpretes musicais” modernistas desde a norma do paragão relevante para a música, Johannes Brahms (anterior aos degenerados, tais como os meros matemáticos, tais como David Hilbert e o verdadeiro modelo para cada Satã moderno, tais como Bertrand Russell ou Tony Blair).
A medida conhecível, por princípio, da diferença entre o homem e todas as outras formas de vida, está fundada no que foi utilmente compreendido como uma evolução ascendente natural à espécie humana, em contraste com todas as outras categorias conhecidas de espécies vivas. O padrão de medição dessas relações comparadas é que a humanidade está habilitada para evoluir de modo ascendente, e isso de maneira categórica,  por esses voluntários poderes noéticos da vontade humana individual.
Exceto quando a humanidade aparece num estado de comportamento físico e moralmente degenerados, como nas culturas do tirano Zeus, do Império Romano, e do Império Britânico, atualmente: todas as culturas humanas realmente sãs apareceram, desse modo, num certo estágio do progresso evolucionário na qualidade de uma espécie inferior para uma superior. Isso, quando considerado em termos de efeitos eficientes, corresponde, dentro do domínio de uma viva prática humana da química, a uma forma de avanços sistêmicos, se não agora em saltos, no aumentto na densidade de fluxo energético químico de uma sociedade, de saltos de progresso da própria espécie em densidade de fluxo energético numa efetiva expressão científica e a ela comparáveis: em resumo, um princípio físico universal do progresso humano.
A cultura humana saudável, tal como a da Cristandade, se eles justificarem essa afirmação sobre tal devoção, por exemplo, representa uma sociedade que está aumentando seus poderes de suas habilidades produtivas para o progresso a um nível ainda maior, per capita, de existência. Os casos contrários, o flagelo do chamado “crescimento zero”, tal como o Império Britânico atual, é, sistêmicamente, o verdadeiro modelo consistente com as tiranias de Zeus ou com o Império Británico (ou melhor dizer, “Brutânico”), tais como os tipos, para nós nos Estados Unidos, dos governos Bush-Cheney e Obama, cujas características tem sido, concordantes com aqueles modelos abertamente satânicos do império de Roma e do império   britânico atualmente, uma população humana em declínio no planeta, uma população que se degrada  atualmente em relação à sua produtividade intelectual e física, tal como sob esses governos americanos mais recentes.
Química: A vara de medir a história
Nós chamamos isso de “química”. O progresso humano, como medida mais simples como espécie, é expresso tipicamente no poder crescente do poder do princípio da vida humana sobre as habilidades da vida animal, de um modo geral, e sua superioridade relativamente absoluta sobre os poderes dos processos não-vivos, para alcançar, por sua intervenção deliberada, seus efeitos pretendidos. O progresso somente existe sob um aumento progressivo, contínuo, dos poderes produtivos e correlatos da espécie humana. Esse progresso define a distinção absoluta da espécie humana sobre todas as outras conhecidas por nós. Um governo da população baseado nas políticas de ”crescimento-zero da população e dos padrões  da vida humana per capita” é uma abominação moral, e na prática.
O homem é a única medição verdadeira que tem a humanidade, da história de nosso sistema solar e aquilo que repousa dentro dele. Isso é a mesma coisa, como o mais honrado significado e a conquista sem limite da espécie humana, agora no espaço solar próximo procurando ascender à maestria sobre o sol e o sistema solar, aquele descoberto (sem dúvida, de maneira singular) por Johannes Kepler.
Uma economia de fusão é atualmente o próximo passo urgente, e o padrâo para o aumento do poder humano dentro do sistema solar e, mais tarde, para além dele.


[1] A substituição da “3. Cancelar as políticas ambientalistas (…)” pelo correto “Um sistema de crédito federal”, é uma caricatura contra os princípios de qualquer princípio científico real. Somente identificações afirmativas da “Ciência” podem ser permitidas. Somente é permitido o título precedente: “O uso do Sistema de Crédito Federal”. Eliminar todas as referências utilizadas como “políticas ambientalistas”: o próprio uso desta referência é uma representação fraudulenta