A CNNização das esquerdas

A cegueira branca causada pelos holofotes do poder

Com a coronacrise, todas as teorias da conspiração foram imediatamente canceladas. Não foi pela falta de esforços de alguns, com a contribuição notável de Gorgio Agamben, inesperadamente protagonista das discussões desde o início do que chamou de “invenção de um pandemia”.

Diante dos gráficos expostos diariamente pela mídia, não pode existir razão argumentativa. E o pior disso tudo é que, logo após o Imperial College soltar seus gráficos apocalípticos, Michael Levitt, químico laureado com o prêmio Nobel, lançou sua série de dados que mostraram uma realidade alternativa, não menos consistente (e agora mais acertada depois da consolidação dos dados em muitos países) que a versão londrina no uso de algoritmos.

Continue lendo “A CNNização das esquerdas”

Onde o mundo experimenta racionalidade?

“A verdade parece ser uma criatura bonachona que ama suas comodidades, que dá, sem cessar, a todos os poderes estabelecidos a certeza de que jamais causará o menor embaraço a alguém, pois ela, definitivamente, é apenas a ciência pura“. NIETSZCHE, Shopenhauer educador, § 3.

A invenção de uma esquerda anti-pandêmica?

René Descartes, na incrível simplicidade de seus escritos, fazia uma apelo à razão natural dos seres humanos. Fugiu das carregadas terminologias aristotélico-escolásticas (“ente”, “substância”, “enteléquia”, etc.) e, através da língua comum (no caso, o francês) buscou criar um método objetivo o suficiente para dar conta de todo o saber possível. Lembro de uma passagem do filme de Rossellini, Blaise Pascal, onde este filósofo (morto jovem) pergunta ao ilustre sábio Cartesio por que sonhar em resolver tudo com um método único e que se pretende infalível. Se a realidade é complexa, muitos métodos diferentes têm que ser conjugados para ajudar na solução de um problema. O caso de Descartes, contudo, não era criar um novo método, mas tornar filosófico o senso comum.

Continue lendo “Onde o mundo experimenta racionalidade?”

Como o Ocidente sabia antes? Um “Jogo de Guerra” da pandemia de Coronavírus em outubro de 2019

Do serviço de informações da Executive Intelligence Review

Em 18 de outubro de 2019, um exercício de guerra chamado Event 201 foi conduzido na cidade de Nova Iorque pelo Johns Hopkins Center for Health Security, em parceria com o Fórum Econômico Mundial e a Fundação Bill e Melinda Gates. A fala introdutória do site do evento diz o seguinte: “Nos últimos anos, o mundo tem visto um número crescente de epidemias, chegando a quase 200 por ano. Esses fatos se multiplicam e são disruptivos para a saúde, a economia e a sociedade. Manejá-los já força a capacidade global mesmo sem uma ameaça pandêmica. Especialistas concordam que é só uma questão de tempo para que essas epidemias se tornem uma pandemia global com consequências potencialmente catastróficas.  Uma pandemia severa requer uma sólida cooperação entre diversas indústrias, governos e instituições internacionais de relevo”.

Os exercícios simularam a morte de 65 milhões de pessoas no mundo. Outros exercícios similares foram realizados através dos últimos anos. Um vídeo de 11 minutos das ações é horripilante (segue abaixo).

Continue lendo “Como o Ocidente sabia antes? Um “Jogo de Guerra” da pandemia de Coronavírus em outubro de 2019”