O Novo Pacto para a humanidade não é “verde”, mas humano

Da Executive Intelligence Review

Por Helga Zepp-LaRouche

Está em andamento bem diante dos olhos do público mundial o maior ataque contra o bem comum, que tornará os ricos ainda mais ricos e os pobres ainda mais pobres, e que terá consequências catastróficas: motins de fome e caos social absoluto nas nações industrializadas , genocídio contra os chamados países em desenvolvimento e, na visão da oligarquia financeira, logo se tornará quase inevitável uma terceira guerra mundial dos Estados da OTAN contra a Rússia e a China. Todos esses desenvolvimentos desastrosos serão a consequência, se todos os investimentos forem direcionados para ramos “verdes” da indústria, e uma eliminação completa do investimento ocorrer por meio dos bancos centrais, não apenas da energia nuclear, mas também dos combustíveis fósseis, como no “Acordo Verde” da União Europeia (UE) ou no “Novo Acordo Verde” da administração Biden.

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Novo Fascismo Verde ou um Novo Paradigma para a Humanidade?

Da Executive Intelligence Review

Por Helga Zepp-LaRouche

Estamos a apenas 75 anos do fim da Segunda Guerra Mundial. Naquela época, as pessoas diziam: “Nunca mais!” ao fascismo. Sob a experiência horrível da Segunda Guerra Mundial, da terrível vitimização de tantas pessoas ao redor do mundo por esta guerra, as pessoas foram sinceras. Eles realmente queriam estabelecer princípios e uma ordem econômica e política para que isso nunca mais acontecesse.

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Conheça a BlackRock, a nova grande lula-vampira-do-inferno

A BlackRock é uma gigante financeira global com clientes em 100 países e tentáculos nas principais classes de ativos em todo o mundo; e agora gerencia a torneira dos trilhões de dólares dos resgates do Federal Reserve. O destino de grande parte das empresas do país foi colocado nas mãos de uma entidade privada megalítica com o mandato capitalista privado de ganhar o máximo de dinheiro possível para seus proprietários e investidores; e é isso que ela passou a fazer.

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A aliança entre ambientalismo e alta finança: o encontro em Jackson Hole

A “musa” do novo ambientalismo, Greta Thunberg, se encontra com Barack Obama para calcular quantos “moinhos de vento” são necessários para se fazer uma viagem a Lua

Texto traduzido por mim para a Executive Intelligence Review

Por Paul Gallagher, diretor inteligência econômica da EIR

O encontro estratégico dos banqueiros internacionais da Reserva Federal em Jackson Hole, Wyoming, na última semana de agosto, testemunhou a confissão dos maiores bancos centrais do mundo, de que conduziram por 12 anos uma política (deliberadamente) falha para tentar reativar a economia após a crise de 2007-08; e os bancos centrais planejam agora retirar de seus governos todo o poder para criar crédito e financiar o desenvolvimento. O resultado, se o Fed e seu grande irmão, o Banco da Inglaterra, tiverem permissão para tanto, é que haverá uma impressão de moeda numa escala bizarra por parte dos bancos centrais, centrada em projetos “ambientais”, com a intenção de levar a tecnologia energética para a era anterior a dos combustíveis fósseis, num contexto onde a população mundial é muito maior.

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Os terraplanistas da 4ª Revolução Industrial

A suposta “4ª Revolução Industrial” e a geopolítica

Em entrevista ao canal do Instituto de Estudos Latino-Americanos da UFSC, o jovem economista Diógenes Moura Breda apresentou alguns dados retirados de projeção do Banco Mundial, segundo os quais, em futuro próximo, 50 milhões de postos de trabalho estariam em risco por causa da 4ª Revolução Industrial. Por causa do processo de robotização, nanotectonologia, uso de super condutores e inteligência artificial, ou seja, uma nova mecanização do trabalho, poderia reeditar o modelo de superexploração do trabalho com a migração em massa das empresas multinacionais para países com mão-de-obra mais barata, como ocorrido a partir da década de 1970.

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