A economia em colapso não vai se recuperar: a Conferência do Instituto Schiller traça um novo paradigma

Esqueçam os jargões técnicos sobre o que significa o preço negativo do petróleo, fato inédito na historia. Isso é só um indício que a economia globalizada , bursatilizada, da City de Londres e de Wall Street, onde a maioria das pessoas viveu sua vida adulta e que entrou em colapso em todas as nações transatlânticas ante a imposição de medidas de quarentena e saúde publica, não voltará ao normal. Acabou-se a rodada de 50 anos de austeridade em beneficio do livre-mercado.

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Fechar fronteiras? Fechar o marcado financeiro!

Franklin Roosevelt é uma figura da história sempre mencionada quando se quer justificar gastos públicos. Seu sinônimo é New Deal. Contudo, jamais é lembrada a lei criada por ele em 1933 chamada Glass-Steagall. Foi uma lei de separação bancária, onde os bancos que trabalham com fundos especulativos não poderiam gerir a poupança e a conta corrente dos cidadãos. Assim, ele pôs sob novas bases o sistema monetário estadunidense e permitiu o boom industrial do país depois da crise de 1929. Decretou um feriado bancário, reorganizou o sistema e inaugurou um amplo projeto de ciência, infraestrutura e criação de empregos. Sem falar da Comissão Pecora, que julgou os crimes cometidos pelo mercado e seus agentes e que culminou na crise de 29, algo que hoje poderia ser de importância similar ao que foi o Tribunal de Nuremberg no pós-guerra…

Fala de Helga Zepp-LaRouche, fundadora e presidenta do Instituto Schiller, em 18 de março de 2020

É absolutamente claro que, depois da montanha russa e as perdas dramáticas nos mercados financeiros nos últimos dias, a crise sistêmica está saindo de controle.

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