Fusão nuclear contra os “moinhos de vento”: um debate possível

A energia de fusão traz como possibilidade recriar na Terra as reações químicas do Sol e das estrelas

Pós-escrito sobre o debate ambiental

O texto abaixo é a continuação do tema abordado em postagem anterior,
Os terraplanistas da 4ª Revolução Industrial

O debate ambientalista, por ser um tanto delicado e não ser o objeto principal do tema do artigo acima mencionado, foi deixado um pouco de lado quando o escrevi. Mas existe algo que poderia ter sido onejto de maior destaque, ainda que pudesse abrir espaço para mais considerações. Seria a distinção entre a “energia verde” e a energia de fusão nuclear. O texto anterior já é meio grande e iria ficar, talvez, inviável para o “formato internet”. Contudo, a discussão deve ser feita.

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Os terraplanistas da 4ª Revolução Industrial

A suposta “4ª Revolução Industrial” e a geopolítica

Em entrevista ao canal do Instituto de Estudos Latino-Americanos da UFSC, o jovem economista Diógenes Moura Breda apresentou alguns dados retirados de projeção do Banco Mundial, segundo os quais, em futuro próximo, 50 milhões de postos de trabalho estariam em risco por causa da 4ª Revolução Industrial. Por causa do processo de robotização, nanotectonologia, uso de super condutores e inteligência artificial, ou seja, uma nova mecanização do trabalho, poderia reeditar o modelo de superexploração do trabalho com a migração em massa das empresas multinacionais para países com mão-de-obra mais barata, como ocorrido a partir da década de 1970.

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Lyndon LaRouche, o poder da razão (1922–2019)

Da Executive Intelligence Review

Lyndon H. LaRouche, Jr., o economista e estadista estadunidense que compilou, entre 1957 e 2007, o registro mais acertado do mundo de prognósticos econômicos, faleceu no 12 de fevereiro de 2019. Autor de milhares de artigos e de mais de 100 livros e panfletos de tamanho de um livro e de estudos estratégicos, LaRouche foi uma das mais controversas figuras políticas de toda a história estadunidense.

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Alguém ficou muito nervoso com a influência de LaRouche no Brasil

Da Executive Intelligence Review

A revista Veja de 12 de janeiro de 2019 abriu suas páginas para uma longa difamação de Lyndon LaRouche e do Instituto Schiller, camuflado como um ataque a Murilo Resende, então recémnomeado pelo governo Bolsonaro para um cargo mediano no Ministério da Educação. O autor, Eduardo Wolf, PhD em filosofia pela Universidade de São Paulo, denunciou Resende por plagiar um artigo publicado pelo movimento de LaRouche nos idos de 1992, intitulado “Nova Idade Média: a Escola de Frankfurt e o ‘politicamente correto’”. Depois de se ocupar com o assunto do referido plágio, enquanto fazia uma defesa total da Escola de Frankfurt, Wolf foi para a questão em pauta: difamar Lyndon Larouche.

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O Princípio Oligárquico

Prometeu Acorrentado, de Rubens

Zeus se tornou o deus mais degenerado de sua linhagem e foi mais tirano do que qualquer outro anteriormente. Conhecido por nós através da escrita de Homero, Zeus, um Don Juan de proporções épicas, viajou pelo mundo, raptando todas as mulheres em cada vilarejo, cada cidade, cada país, criando toda uma nova raça de bastardos os quais iriam herdar o reinado e mais tarde chamar a si mesmos de deuses, semi-deuses e heróis do povo. Esse ‘povo’ era verdadeiramente a posse animal da classe dos deuses.

O primeiro ato de Zeus foi mandar os Titãs (seus tios-avô e tias) que ajudaram-no na batalha, para a prisão. Depois planejou o genocídio em massa da população costeira, para livrar o mundo da carga da superpopulação e para matar qualquer possível sucessor que não fosse de sua própria linhagem. Como isso foi feito? Através da manipulação de guerras entre os homens, incitando-os a matarem-se entre si. Pegue uma citação de Cípria, um poema aproximadamente do sexto século a.C.: ‘Existiu um tempo em que as inúmeras tribos de homens, embora amplamente dispersas, oprimiam a superfície do âmago profundo da terra, e Zeus viu isso e teve piedade e no seu largo coração resolveu vazar o grande crescimento do homem na terra, causando o grande conflito da guerra de Ilíon, na qual a carga de mortes poderia aliviar o mundo. E assim os heróis foram assassinados em Tróia, e o plano de Zeus foi cumprido’”.

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