Tu, castrista maior, és a ilusão brasileira!

Primeiro uma mãe escolhe como seu líder predileto alguém armado ou que se rodeia de pessoas com armas. Essa pessoa, pelo autoritarismo e o uso da força bruta, fascina. Ela é que deverá, em curto prazo, remover toda a miséria social, tudo o que, ainda na linguagem teológica, se chama de corrupção. Esse príncipe dourado parece com a imagem que os antigos judeus tinham de seu Messias, aqueles que tomaram um susto ao se verem apresentados a um outro messias, montado num pequeno jumento e recebido pela população com ramos de árvores.

Ao contrário de qualquer exemplo bíblico, de uma hora para outra, o príncipe festejado com seus faustos e ouropéis começa a perseguir o filho dessa mãe. Logo depois, persegue os filhos de seu filhos. Para não deixar dúvida,  muitas pessoas próximas e queridas de dentro ou fora da família, passam a sofrer do mesmo destino.

Quantas mães, na história brasileira, não podem relatar essa história, esse drama?

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Obama os enjaulou e depois deu-lhes um cobertor

O governo de Obama deve ser comparado não ao de Trump, mas ao de Bush Jr. Do 11/09 ao Ato Patriota, da crise financeira até os atos de espionagem, pode-se ver uma imensa contraofensiva imperial para sabotar o desenvolvimento econômico sul-americano, asiático e africano, que foram pautas da agenda política mundial da primeira década desse século.

Sobre a questão dos imigrantes, “Fotos de instalações de detentos nas fronteiras da era Obama, tiradas em 2014, parecem quase idênticas as que foram tiradas durante a era Trump.

Você nunca as viu, contudo. Aqui elas estão, tiradas em 2014 durante uma viagem de organismos de imprensa para as instalações carcerárias de Brownsville, Texas, e Nogales, Arizona”.

Por que só agora a gritaria?

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Como nasceu o termo “fake news”? O “Russiangate” e a crise política nos EUA

MIKHAIL/POCHUYEV/TASS/ALAMY

Os jornais da imprensa internacional inventaram o termo “fake news” logo após a eleição de Donald Trump nos EUA. Foi uma vitória que surpreendeu muitas pessoas e os ultraliberais de lá (facção que interpartidária, neoliberal e pró-guerra, como Hillary Clinton e John McCain) começar a acusar os russos de terem interferido nas eleições americanas. É como Putin sempre diz quando perguntado sobre o assunto (ver a entrevista dada a NBC logo após seu pronunciamento bombástico em 1º de março): “Não existem qualquer provas de que o Estado russo tenha interferido em eleições estrangeiras. Contudo, nenhum ofício do governo americano foi enviado à minha administração. O que existe são acusações da imprensa e de ex-funcionários do governo hoje investigados. Os EUA dizem para mim que podem interferir nas eleições de qualquer país porque estão levando a democracia, mas os russos não podem porque são autocratas” (tradução não literal da entrevista acima citada). […]

Putin Dá um Novo Choque ‘Sputnik’: “Eles agora terão de nos ouvir!”

Declaração Anual de Putin a Assembleia Federal, 01 de março de 2018 – Moscou (en.kremlin.ru)

A exclusão da Rússia dos tratados ABM (sobre a construção de mísseis anti-balísticos) em 2002, assim como a crescente presença da OTAN nas fronteiras russas (considerada uma “Crise dos mísseis” invertida”), principalmente depois do golpe de Estado na Ucrânia, fizeram com que a Rússia de Putin respondesse de maneira surpreendente às ameaças de guerra, fazendo lembrar os dias mais angustiosos da Guerra Fria.
 
Quando vemos em ação o chamado “perigo vermelho” por aqui, principalmente no campo da esquerda, que sofre seus ataques, vemos que participamos de um enredo muito mais amplo e complexo – e perigoso. Qualquer semelhança com a década de 1960 não é coincidência. 
 
Abaixo, o artigo traduzido por mim para a Executive Intelligence Review


Por Helga-Zepp-LaRouche, fundadora do Instituto Schiller Internacional

Para ler o artigo completo no formato pdf, em inglês, clique aqui.


Atualizado, com a revisão final do texto, em 9 de março de 2018.

Por Helga-Zepp-LaRouche, fundadora do Instituto Schiller Internacional

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