Teoria do testemunho e eurocentrismo

Após a II Guerra Mundial e com as décadas de revoluções e contra-revoluções (ditaduras) nos países da América do Sul, uma avalanche de testemunhos veio tomar o protagonismo da história enquanto relato (em terceira pessoa) autorizado para dar conta dos problemas sociais recentes. É o que Andreas Huyssen chamou de “inflação da memória”. Como, posteriormente teorizado, o testemunho acabou ocupando o lugar de um novo eurocentrismo (às avessas) onde o “testimonio” latino-americano parece ocupar um lugar de segunda ordem? Olhar para estas questões é importante para se analisar como hoje se escreve a história e como pensam seus teóricos.

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